Nunca me considerei um sujeito esperto, com sorte sim, mas esperto não. Durante estes anos no Serviço jamais tive vantagens baseadas na minha Inteligência. Nunca fui Inteligente o suficiente para as Missões emitidas do gabinete do Senhor Wolf.
Por uma razão simples: Eu devia estar Louco em receber ordens do meu cachorro.
Um Mini-Schinauzer branco chamado Tibérius Wolf.
Mas o Diabo é que um cachorrinho, muito feio e claramente sinistro, ali estava falando comigo. Um animalzinho pouco maior que uma garrafa padrão de cerveja 600 Ml e arrogante como uma dose de abssinio contrabeandeada da Republica Tcheca com direito a um Cha com Porradas lambuzadas de LSD 25, velhas modas, guerras antigas...
"Voce gosta de poesia Rabino?"
"Não."
"Você citou Eliot."
"Sei de pôrra nenhuma."
"Recite um Poema."
"Tua mãe é uma galinha, teu pai é uma coxinha e eu comi ols dois."
"Um haikai. Grosseiro, mas um haikai."
Um estrondo de um corpo atrás da gente.
O focinho do Chacal se contraiu como se tivesse numa única fungada capturado tudo o que 800 miligramas de Coca preparada nos mais recônditos e santos campos dos velhos territóris aztecas, nos tempos onde fazer este tipo de coisa não era uma babaquice de elites sacrificando pessoas no alto de pirâmides no meio das florestas, um movimento mais anscestral...
Carlos, o Chacal, parecia confuso.
O corpo do Corvo Albino (vide episodios anteriores de Tibérius Wolf Mystery Theater) estatelou-se ao meu lado.
Uma voz, de Leonard Cohem, disse.
"Chacal..."
A criaturinha, diminuta, frágil, colocou-se em guarda.
"Wolf...."
TOMO 2 - Capitulo 2 - CÃES DE GUERRA
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